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Thaisa entra para galeria dos Ídolos Eternos

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O projeto Ídolos Eternos, que resgata a memória de grandes nomes do esporte e reverte a renda com venda de produtos exclusivos para instituições beneficentes, acaba de integrar a central Thaisa à galeria de ídolos. Hoje, 24 nomes do esporte (futebol, vôlei, automobilismo e boxe) já fazem parte da galeria. Thaisa é a 25ª. No site, é possível comprar produtos exclusivos dos atletas.

Nô vôlei, além de Thaisa, fazem parte da galeria a oposta Sheilla Castro e o ex-jogador Bernard Rajzman, um dos grandes nomes da Geração de Prata do vôlei brasileiro e criador do famoso saque “Jornada nas Estrelas”.

Em breve, os torcedores encontrarão produtos exclusivos da Thaisa no site do projeto. No Facebook, a atleta que é bi-campeã olímpica e foi eleita MVP no Grand Prix de 2013, agradeceu: “Mto feliz de fazer parte desse projeto!!!!!! ÍDOLOS ETERNOS”

Acabou: parceria de Juliana e Larissa se encerra após 9 anos

Foto: Divulgação FIVBNo começo, elas negaram. Mas chegou ao fim, oficialmente, a parceria da dupla mais vitoriosa em atividade no vôlei de praia. Juliana e Larissa, juntas há nove anos, disputaram a última partida juntas na última quinta-feira (6/12) e terminaram com o bronze do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, disputado no Rio de Janeiro.

A pergunta: se acabou domingo, por que você só tá escrevendo agora, cara pálida? Porque eu ganhei hoje o top autografado da Juliana! \o/\o/

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Voltando: Juliana e Larissa eram treinadas por Reis Castro e colecionaram um sem número de títulos:

- Em 2004, foram vice-campeãs dos circuitos Mundial e Brasileiro
- Em 2005, foram campeãs dos circuitos Mundial e Brasileiro
- Em 2006, conquistaram o Bicampeonato dos circuitos Mundial e Brasileiro
- Em 2007, levaram o Tricampeonato nos dois circuitos
- Em 2009, conquistaram o Tetra no Circuito Mundial
- Em 2010, a dupla alcançou a marca de 700 vitórias na carreira, além de ter sido eleita a melhor dupla do ano pela FIVB; também se tornaram pentacampeãs no Circuito Mundial e Tetra no Circuito Brasileiro
- Em 2011, venceram novamento os circuitos Mundial e Brasileiro
- Em 2012, levaram o bronze em Londres
- Nos Jogos Panamericanos, foram ouro em 2007 (Rio de Janeiro) e 2011 (Guadalajara)

Com o final da dupla, cada uma segue um caminho diferente. Aos 30 anos, Larissa deve dar um tempo na carreira para se dedicar à maternidade. Mas o técnico, Reis Castro, tem esperanças de que a atleta volte às areias para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016.

Juliana Silva, com 29 anos, continua jogando. Mas a nova dupla é a fluminense Maria Elisa Antonelli, atual parceira de Talita Antunes.

Vai ter estátua

O presidente da Confederação Brasileira da Vôlei (CBV), agora presidente da FIVB, Ary Graça, prometeu às meninas do vôlei, logo após a conquista do ouro em Londres, que elas também teriam “estátuas” em Saquarema (RJ), onde funciona o Centro de Desenvolvimento do Vôlei. No CT, já existem tótens dos bicampeões Giovane Gavio e Maurício Lima, medalhistas de ouro em Barcelona (1992) e Atenas (2004).

Segundo Ary, serão homenageadas as seis atletas que foram bicampeãs mundiais, em Pequim (2008) e Londres (2012): Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula Pequeno, Thaísa e Jaqueline. o técnico Zé Roberto Guimarães, tri-campeão olímpicom, ganhará estátua e homenagem particular.

A prova de que Ary Graça está memso cumprindo a promessa é a foto divulgada pela central Thaísa Daher na semana passada.

No Instagram, junto com a foto, Thaísa postou:

“Fazendo o molde do meu rosto… Rsrs :P”

Após um dos seguidores de Thaísa no Instagram pertuntar para quê o molde, a central respondeu:

“P escultura que vão fazer em saquarema p as bi campeãs olímpicas.”

As esculturas ainda não têm data para serem entregues, mas, em breve, se juntarão aos tótens dos também bicampeões Giovane e Maurício.

“Bloqueio no vôlei”

O Jornal da Metrópole da última sexta-feira (31/8) abordou o problema da falta de apoio e financiamento para o desenvolvimento do vôlei na Bahia.

A reportagem de Adalton dos Anjos ouviu a Federação Baiana de Voleibol e acompanhou um treino da equipe do Esporte Clube Vitória, uma das poucas formadas no estado.

Para se ter uma ideia, este ano, o Campeonato Baiano de Vôlei foi disputado por apenas três equipes masculinas e duas femininas, que fazem os jogos nos ginásios da Faculdade Social da Bahia (FSBA), Associação dos Servidores do Banco Central (Asbac), no SESC-Aquidabã e no Clube do Braskem (Aceb).

A falta de espaço para as disputas é explicada pela inexistência de ginásios administrados pelo governo. O Balbininho, único, foi demolido em 2010, junto com o Estádio da Fonte Nova.

Leia a matéria completa clicando aqui!

Grandes investimentos no vôlei

E fica a pergunta no ar: por que não há investimento no vôlei baiano? Faltam atletas? Falta treino? Falta investimento? Falta onde treinar? Sim, falta investimento. Falta onde treinar. E, pelo visto, falta organização também. Enquanto estados vizinhos, como Pernambuco, Alagoas e Ceará distribuem atletas de ponta pelo Brasil a fora, a Bahia se contenta em ter poucos representantes no esporte que mais cresce no país. Tudo bem que nossos vizinhos precisaram treinar fora do estado, mas não faltam talentos. Ao que parece, falta vontade. O único ginásio na capital Salvador, o Balbininho, foi demolido junto com o estádio da Fonte Nova. Já faz dois anos e meio.

Na tarde deste domingo (26), o Vôlei Amil faz seu lançamento oficial em Campinas, São Paulo. O mais novo time de vôlei feminino do Brasil acaba de ser apresentado e já conta com grandes nomes para a temporada 2012-2013. E isso tudo porque há investimento. Grandes empresas patrocinam a formação de equipes de vôlei masculino e feminino no sul e sudeste do país, mas as tentativas nordestinas em entrar no circuito ficam de fora. Por quê?

A inauguração da Arena Amil é um marco para o esporte no país, sem exageros. O ginásio é um dos mais modernos e bem estruturados do Brasil, com capacidade liberada para 3.200 pessoas (5 mil no total), 28 camarotes corporativos, 16 banheiros, 700 vagas para estacionamento e acesso para deficientes, além de quadra com piso flutuante, circuito interno de TV, área de alimentação, tribunas e camarotes VIPs. Para os times, há sala de recuperação, fisioterapia, audiovisual, musculação, pilates, hidroginástica, além de uma sala especial para a comissão técnica. Uma área total de 8 mil m².

É, sim, estrutura para não deixar ninguém insatisfeito. E não para por aí. A equipe feminina, que estreia na temporada na próxima quarta-feira (29/8), contra o Vôlei Uniara, pelo Paulista, tem como técnico o tri-campeão olímpico José Roberto Guimarães, e no elenco nomes como o da levantadora medalhista de ouro em Londres, Fernandinha, da central Walewska (medalhista de ouro na Olimpíada de Pequim, 2008) e a famosa oposta cubana Daymi Ramirez, a dona das provocações em quadra que tanto irritam as adversárias.

Heroes!

Taí, mais um motivo para ter orgulho dos nossos atletas. O seleto hall de “heróis” do vôlei, criado pela Federação Internacional de VolleyBall (FIVB) para chamar a atenção do mundo para o esporte, tem maioria de brasileiros, tanto entre os atletas das quadras, quanto nas praias!

São eles: Sheilla Castro, Giba e Murilo Endres (quadra), Maria Elisa Antonelli, Carolina Salgado, Juliana Silva, Larissa França, Emanuel Rego, Talita Antunes, Maria Salgado e Alisson Ceruti (praia).

A campanha FIVB Heroes foi lançada em Roma, na Itália, em junho de 2011, com 62 heróis de 19 países. Hoje, um ano e dois meses depois, outros 12 jogadores foram elevados à categoria de embaixadores do esporte, representando 25 países. A lista é formada por atletas do Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Itália, China, Polônia, Japão, Sérvia, Grã-Bretanha, Holanda, Rússia, Espanha, Austrália, Coréia, Turquia, Cuba, África do Sul, Ilhas Maurício, Bulgária, Suíça, República Dominicana, Tunísia, França, Argélia e Argentina.

Dentre os 74 atletas selecionados, 38 jogam em quadra e outros 36 na praia. Onze atletas são brasileiros, seguidos de perto pelos Estados Unidos (8), Alemanha (7) e Itália (6). Na lista, figuram nomes como o da russa Ekaterina Gamova, as americanas Destinee Hooker, Kerry Walsh e Misty May, a chinesa Yimei Wang, além da italiana Simona Gioli e da novata turca Neslihan Darnel.

Tá, tudo muito bonito, muito legal. Mas não sabe o que os tais heróis fazem, né? Pois bem: eles estampam cartazes, peças publicitárias, aparecem em vídeos de divulgação e são responsáveis por manter a tradição do vôlei mundial, além de incentivar novos atletas.

Veja vídeos de atletas brasileiros no FIVB Heroes:

– Murilo Endres
31 anos / 1,92m / Voleibol

– Emanuel Rego
39 anos / 1,90m / Vôlei de Praia

– Sheilla Castro
29 anos / 1,87m / Voleibol

– Alison Ceruti
26 anos / 2,02m / Vôlei de Praia

– Juliana Silva
29 anos / 1,77m / Vôlei de Praia

– Larissa França
30 anos / 1,74m / Vôlei de Praia

– Giba
35 anos / 1,90m / Voleibol

Aqui, Sheilla fala sobre o título em matéria no Sportv.

Para ver outros vídeos, clique aqui (legendas em inglês).

P.S. Vocês vão ver como a Gamova é pop… hehe

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